Uganda: Lei de “morte aos gays” pode ser aprovada em 72 horas – precisamos agir agora!

Nas próximas 48 horas, parlamentares da ala conservadora podem avançar na aprovação de uma lei que tornaria a condição homossexual um crime a ser punido com a pena de morte em Uganda.

Ativistas protestam o projeito de lei "Matem os gays", na Embaixada de Uganda, em Londres

Nas próximas 48 horas, parlamentares da ala conservadora podem avançar na aprovação de uma lei que tornaria a condição homossexual um crime a ser punido com a pena de morte em Uganda. 

Estamos nos unindo a ativistas daquele país para barrar a lei de “morte aos gays” e precisamos urgentemente fazer um apelo internacional massivo contra esta iniciativa.

Por favor, assine e divulgue esta petição endereçada ao presidente Museveni solicitando que ele declare publicamente sua intenção de vetar esta lei de promoção de ódio.

AllOut – Clique aqui para assinar a petição.

Artistas cubanos realizam espetáculo contra a homofobia

EFE: A 4ª Jornada cubana contra a Homofobia se estenderá até o dia 17 de maio com atos em pelo menos dez das 15 províncias do país, e terá sua atividade central na cidade oriental de Santiago de Cuba.

Mariela Castro (preto e vermelho), diretora do Cenesex e filha do presidente cubano, Raúl, participa do evento em Havana

Matéria da Agência EFE*, direto de Havana

Artistas e transformistas cubanos protagonizaram este sábado (07/05) uma festa contra a homofobia no teatro Karl Marx de Havana, o mais importante da ilha, perante um efusivo público de cinco mil pessoas que foi para apoiar a causa da diversidade sexual. 

O espetáculo reuniu populares cantores em Cuba, como Hayla e Maria Antonieta, reconhecidos artistas do transformismo, como Imperio, Margot e Chantal, junto a músicos, dançarinos e modelos. O público, em sua maioria membros da comunidade gay, desfrutou de três horas de música com clássicos da canção cubana, famosas peças de musicais como “Cabaré” e “Cats”, e sucessos internacionais de artistas como Whitney Houston, Beyoncé e Rihanna.

A festa foi organizada pelo Cenesex (Centro Nacional de Educação Sexual) e é uma das atividades em Cuba pelo Dia Mundial contra a Homofobia. A diretora do Cenesex, Mariela Castro, filha do presidente cubano, Raúl Castro, assistiu ao evento e recebeu homenagem dos artistas e do público, em um aparte da festa que também honrou a memória de sua mãe, a revolucionária Vilma Espín (1930-2007).

Além disso, participaram o presidente da União de Escritores e Artistas de Cuba, Miguel Barnet, e o Chefe do Departamento Ideológico do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, Rolando Alfonso Borges. “Esta revolução torna-se muito mais invencível se todos e todas estivermos unidos”, afirmou Margot, um dos transformistas que conduziu o espetáculo, no qual eram vistas várias bandeiras do arco-íris na plateia.

A 4ª Jornada cubana contra a Homofobia se estenderá até o dia 17 de maio com atos em pelo menos dez das 15 províncias do país, e terá sua atividade central na cidade oriental de Santiago de Cuba. Com o apoio de outras instituições, o Cenesex organizou um programa que também inclui conferências, exposições, apresentações de livros, entre outros atos.

Nos últimos anos esse centro liderou uma insistente campanha para sensibilizar nos planos político e da opinião pública a respeito da diversidade sexual. Entre as conquistas do trabalho da instituição está a legalização das operações de mudança de sexo e a apresentação ao Parlamento de um projeto de lei que modificaria o Código de Família, com aspectos como a união legal entre casais homossexuais.

*Fonte: “Opera Mundi

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