José Carlos Assis propõe “pacto para a libertação do flagelo de Jair Bolsonaro”

O economista, jornalista e professor de relações internacionais José Carlos Assis anda preocupado com a crise atual do Brasil e acredita que será impossível uma solução com o país sob o comando de Bolsonaro. Como saída, ele e o também economista Luiz Gonzaga Belluzo têm empenhado esforços para viabilizar um grande pacto nacional.

Para epidemiologista proposta de lockdown atesta falta de inteligência epidemiológica

O médico sanitarista e epidemiologista Eduardo Azeredo Costa é um crítico da proposta de lockdown feita pela Fiocruz. Costa, que foi diretor de Farmanguinhos, acredita que “lockdown é mais do mesmo”. Para ele, “o momento é de vigilância e controle epidemiológico”. O médico lamenta ainda a falta de um plano de ação para o período pós-isolamento social. E questiona: “46 milhões de testes para quê?”

Ao pedir jejum no Domingo de Ramos, Bolsonaro ofende o estado laico e o catolicismo que diz seguir

Não é papel do mandatário de um país pluricultural, com uma Constituição laica e cujo povo forma um mosaico de crenças propor à população práticas relativas a uma determinada religião, no caso o cristianismo. Isso, por si só, já torna errado o chamado de Bolsonaro por um jejum. Mas a situação se agrava pelo fato de que ele se apresenta como católico

Epidemiologista considera “surpreendente” evolução rápida da pandemia e defende isolamento horizontal

As estratégias de enfrentamento a pandemias são dinâmicas, alteráveis dependendo da experiência do momento. Mesmo no meio científico, há ainda muitas dúvidas sobre o novo coronavírus (Covid-19). E, dependendo das respostas que possam ser encontradas, a evolução pode surpreender e as estratégias podem mudar, exigindo, por exemplo, um maior ou menor grau de isolamento. Essa incerteza ocorre por vários fatores. Um deles é a característica mutável dos vírus em geral, como explica o médico sanitarista e epidemiologista Eduardo Azeredo Costa, que concedeu entrevista ao QTMD? em 22 de março.

Para médico sanitarista, Mandetta fez o certo ao alertar sobre colapso do SUS

No último dia 20 de março, o médico ortopedista Luiz Henrique Mandetta, que já tem o seu lugar reservado nos livros de história simplesmente por ser o ministro da Saúde no Brasil durante a pandemia de coronavírus, declarou que, se nada for feito, o SUS entrará em colapso em abril, quando se prevê o pico da doença no país. Embora Mandetta tenha mudado de discurso depois, a sua previsão, que num primeiro momento poderia soar apocalíptica, tem base na realidade, segundo o experiente médico sanitarista e epidemiologista Eduardo Azeredo Costa.

"O desastre Bolsonaro é muito maior do que o do coronavírus", diz sanitarista

O médico sanitarista e epidemiologista Eduardo Azeredo Costa, que foi diretor de Farmanguinhos e trabalhou cerca de 30 anos na Fiocruz, é enfático ao afirmar que “disciplina social é central para controlar doenças”. Mas como exigir do povo essa disciplina se o principal mandatário da República, o presidente do país, debocha da situação e não passa confiança?

Médico sanitarista fala sobre a responsabilidade social em tempos de pandemia

Uma sociedade mais solidária pode surgir a partir da experiência com pandemias, como a do novo coronavírus (COVID-19). Essa é a avaliação do médico sanitarista, PhD em epidemiologia, com décadas de experiência na Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Pedro Reginaldo Prata. Mas, para que essa esperança se concretize, é preciso que todos enxerguem sua responsabilidade social.