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Akena Vu, Valderez!

Imaginem uma professora (de antropologia) com quase 40 anos de bons serviços prestados a uma faculdade particular. Imaginem que essa professora seja demitida por telegrama, junto com vários outros, também antigos na casa. Imaginem que todos eles estejam ameaçados de receber seus vastos direitos trabalhistas em várias parcelas ou de nem recebê-los. É essa a absurda situação pela qual estão passando os 17 professores demitidos da Faculdade FACHA.  Abaixo, um vídeo com o depoimento da Professora Valderez Laroche, de 81 anos. Tive o prazer imenso de ir à casa dela filmá-la. Como ela explica no vídeo, Akena Vu é um termo celta que, ao pé da letra, seria “até daqui a 100 anos”. Mas significa que a distância não apaga os momentos bonitos. Nem a distância espacial nem a temporal. Akena Vu, Valderez!

Ana Helena Tavares

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3 replies »

  1. Eu não deveria ter publicado estes dois comentários nem, muito menos, me dar ao trabalho de respondê-los. Sabem porquê? Porque não há nem um Antonio nem um Hildon. É uma única pessoa usando nomes falsos, sabe-se lá com que intenções.
    Como eu descobri? Fácil: o IP é o mesmo. E por isso publico-os e respondo-os, para que todos fiquem avisados: não se prestem ao papelão ridículo de postar dois comentários com nomes falsos só pra que fique parecendo que muita gente está criticando. O IP os denunciará.
    Quanto à crítica, é ridícula, mas a passei para a mestre de Honorável Saber, Valderez Laroche. Ela, primeiramente, me disse que “o cara tá querendo mostrar uma erudição que, provalvelmente, não tem. Aparenta ser um reacionário que se preocupa com irrelevâncias e não é capaz de alcançar o significado da palavra, que é o mais importante”.
    Para desmenti-lo em termos técnicos (ela fez questão disso), pediu que eu sugerisse a leitura da 3ª parte do livro “Tabu da morte”, de José Carlos Rodrigues. Lá ele terá provas suficientes da existência da língua celta. Quanto à grafia, estou certa de que ele nunca estudou línguas, senão saberia que é impossível transpor determinadas grafias. Quanto à lingua africana… A África, tal como a Europa, é um continente, certo? Portugal faz parte da Europa, logo o português é uma língua européia. Todas as línguas dos países que compõe a África são, portanto, línguas africanas. Mas Valderez disse que desconfia que, pra ele, nem a África existe…

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  2. Outra coisa: “língua africana” não existe!!! Se a África não é politicamente homogênea, ela é muito menos linguisticamente. De igual forma, “celta” não é uma língua, e sim o nome que se dá a um grupo de línguas que tem sua origem nos grupos humanos indo-europeus; aliás, usa-se sempre no plural (“línguas celtas”).

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  3. Gente, isso foi uma prank: a expressão “Akena vu” não existe em língua alguma; “celta” não é língua, mas sim tronco lingüístico. Gostaria que alguém provasse a existência tanto de uma “língua celta” como do arranjo de fonemas “Akena vu”…

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