O feijão com arroz das minhas retinas

Acabo meu feijão com arroz. Amarro as sandálias. Elevador. Cumprimentos na portaria. Pé na calçada. O vendedor de croissants balança sua buzina sentado numa sombra. “Tocá-la para quem?” Já parece não saber. No asfalto em lume, o cadeirante se arrisca em meio aos carros para vender balas. De mascar. Masca uma delas olhando vidros feitos … Continue lendo O feijão com arroz das minhas retinas