Algum lugar entre a prosa e a poesia

Cheia

Ana Helena

Estou cheia… Cheia mesmo, ouviram?!
Cheia não sei bem de que, é verdade!
Talvez do que sempre me imprimiram.
Hipocrisias da sociedade…

Sociedade muito bolorenta!
Que me deixa cheia sim, nunca nego.
Quem será que isso tudo ainda agüenta?!
Mundo preocupado com o ego…

O mesmo ego que me deixa tão cheia.
Do cotidiano, planos demais…
Na vida, não podendo fazer ceia

Um lanche também satisfaz!
Nunca cabe é julgar a vida alheia…
Pra que pensar que o outro tem mais?

Afinal será mais viva a pintura
Da fachada do vizinho
Ou será você que não mais atura
Seguir o seu próprio caminho?

Maio de 2008,
Ana Helena Ribeiro Tavares

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