=> Clique nos nomes dos entrevistados para acessar as entrevistas (estão reunidas por ordem de data, da mais antiga para a mais recente).
Dr. Hélio Bicudo (um dos maiores juristas do Brasil, o homem que prendeu Fleury)
Cid de Queiroz Benjamin (ex-preso político, mentor do sequestro ao embaixador americano)
Carlos Lungarzo (membro da Anistia Internacional)
Margarida Pressburger (presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-Rio)
Celso Lungaretti (ex-preso político, acusado de delator, autor do livro “Náufrago da Utopia”)
Carlos Eugênio Paz (“Clemente”, ex-comandante da ALN – Ação Libertadora Nacional, autor do livro “Memórias da luta armada”)
Aluízio Palmar (ex-preso político, participante do sequestro ao embaixador suíço, autor do livro “Onde foi que vocês enterraram nossos mortos?”)
Ivan Proença (ex-capitão do regimento presidencial de Jango, autor do livro “O golpe militar e civil de 64″)
Major-Brigadeiro Rui Moreira Lima (veterano da 2ª Guerra e militar legalista, preso em 64, autor do livro “Senta a Pua!”)
Dr. Modesto da Silveira (um dos maiores juristas do Brasil, ex-deputado, autor de discurso histórico sobre a Lei de Anistia)
Fernando de Santa Rosa (militar legalista, preso em 64 e hoje Capitão de Mar e Guerra reformado. É também advogado).
Paulo Mello Bastos (ex-piloto da Aeronáutica e ex-comandante da Varig, foi ele quem pilotou o avião que trouxe João Goulart de volta ao Brasil, em 1961. Era líder sindical atuante na época. É autor dos livros “A caixa-preta do golpe” e “Bastidores da Anistia”, dentre outros).
Dom Waldyr Calheiros (bispo emérito de Volta Redonda e Barra do Piraí, foi um dos primeiros líderes da Igreja Católica a se levantar contra a ditadura)
Marília Guimarães (ex-guerrilheira, participou do sequestro de um avião, através do qual levou seus filhos para Cuba. É autora dos livros “Nesta terra, nesse instante” e “Nossos anos em Cuba”)
D. Tomás Balduíno (bispo emérito de Goiás, fundador da Pastoral da Terra e do Conselho Indigenista Missionário. “Uma vida a serviço da humanidade”)
D. Pedro Casaldáliga (bispo emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia, o homem que optou por viver “descalço sobre a terra vermelha”)
E conheça a motivação dessa minha luta, lendo o meu texto Uma página infeliz de nossa história (um relato sobre os anos de chumbo):
No vídeo abaixo, assista a uma reportagem que fiz sobre Carlos Marighella (o inimigo nº 1 da ditadura):
No vídeo abaixo, assista ao discurso da promulgação da Constituição de 88, proferido pelo Dr. Ulysses Guimarães:














4 comentários
10 menções
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flaviobarbosa
06/07/2012 em 13:32 (UTC -3) Link para este comentário
ana, to gostando muito das entrevistas, mas fica uma pergunta : não vai entrevistar o capitão Sergio Ribeiro Miranda de Carvalho – Capitão Sergio Macaco, do atentado do PARA-SAR?????
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José Marinato
06/06/2012 em 16:57 (UTC -3) Link para este comentário
É risível o esforço da esquerda derrotada no “front”, tentando lavar a sua humilhação ao promover rapapés extemporâneos para se autoglorificar.
Só espero que ela mesma tenha pago o custo da festança. Afinal, após as milionárias indenizações e aposentadorias especiais, concedidas “inter pares”, é desnecessário continuar expropriando o povo brasileiro para bancar panegíricos a socialistas fracassados.
É uma grande mentira afirmar que a definição de ações da luta armada, como atos de terror, foi uma invenção da propaganda do regime. O próprio Marighella, em sua obra prima (que não foi a “poética”), pregou o TERRORISMO como arma inseparável de todo revolucionário. Tá escrito, preto no branco, não adianta negar.
Uma breve consulta aos jornais e revistas da época comprova que eles eram, sim, terroristas. Aliás, existem depoimentos insuspeitos de que o uso deste termo NÃO foi imposto, nem sequer proposto, pelo regime. Foi a maneira como a opinião pública julgou a virulência dos atentados dos filhotes do Fidel.
Outra mentira deslavada é tentar mostrar a luta armada como uma consequência da Revolução de 1964. Está PROVADO que a luta armada iniciou ainda no governo Jango. Ponto.
Novidade, para mim, é o depoimento do Sr Paulo Roberto (abaixo), segundo o qual o “herói” Marighella usava crianças de 15 anos como pombo-correio na sua luta sanguinária. Os atuais traficantes, ao usar crianças como “soldados do tráfico”, nada mais fazem do que aplicar as lições ensinadas ao CV pelos chefes do terrorismo revolucionário, gente da mesma estirpe de Carlos Marighella.
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paulo roberto g. h. de almeida
19/01/2012 em 17:22 (UTC -3) Link para este comentário
Janeiro de 1969, Rua Maria Antonia São Paulo. Eu no testaurante “FON FON” na janela com um lenço vermelho acenando discretamente para os camaradas no bar do Zé(Gonçalo), avisando que uma C14 bege subia a rua Dr. Vla Nova na contra mão, tendo em seu interior Sergio Paranhos Fleury, Dirceu Miranda e outros assassinos do “DOI CODI”. Camaradas que deciam a ascadinha de ferro para se esconder no porão do chop sem nome do “Agostinho”, o portugues mais brasileiro que já conheci. Pois é gente, assim como o Chico Alencar eu só tinha 15 anos quando conheci a ALN e passei a levar os documentos a alguns aparelhos da Vila Buarque e Higienópolis. Embora ainda vivamos nauma democrácia de “POLICHINÉLO”, sei que valeu a pena lutar. VIA MARIGHELA, VIVA WLADO> VIVA O COLETIVO DO POVO BRASILEIRO> Eu sou o “GRINGO DA CPFL” e me orgulho de ter participado desta luta.
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BETINHO DUARTE
17/05/2011 em 16:00 (UTC -3) Link para este comentário
Caros Amigos,
Acabei de ler e assinar esta petição online:
«ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MEMORIAL DA ANISTIA»
http://www.peticaopublica.com/?pi=98140789
Pessoalmente concordo com esta petição e acho que também vais concordar.
Subscreve a petição aqui http://www.peticaopublica.com/?pi=98140789 e divulga-a pelos teus contactos.
Obrigado.
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BETINHO DUARTE
D. Waldyr Calheiros: resistência à ditadura foi legítima
06/06/2012 em 10:17 (UTC -3) Link para este comentário
[...] – Sobre o tema: esta é a 13ª de uma série de entrevistas de Ana Helena Tavares sobre a ditadura. Para ler as anteriores, em Quem tem medo da democracia, clique aqui. [...]
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» Assista aqui as principais entrevistas concedidas pelo Major Brigadeiro-do-Ar RUI MOREIRA LIMA PORTAL DOS CABOS DA F.A.B. Atingidos Pela Portaria nº 1.104GM3/64: Um ato de exceção de natureza exclusivamente político.
24/03/2012 em 00:03 (UTC -3) Link para este comentário
[...] => Esta entrevista é a continuação de uma série sobre a ditadura. Para conferir as anteriores, clique aqui. [...]
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“Quem defende torturador é monstro” « Ficha Corrida
20/03/2012 em 11:53 (UTC -3) Link para este comentário
[...] entrevista é a 11ª de uma série. Clique aqui para conferir as [...]
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“Quem defende torturador é monstro” – Escrevinhador
20/03/2012 em 11:12 (UTC -3) Link para este comentário
[...] entrevista é a 11ª de uma série. Clique aqui para conferir as [...]
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Combate ao Racismo Ambiental » Modesto da Silveira: o advogado que mais defendeu presos políticos
22/01/2012 em 08:03 (UTC -3) Link para este comentário
[...] Esta entrevista é a continuação de uma série sobre a ditadura. Para conferir as anteriores, clique aqui. *Ana Helena Tavares é editora do site “Quem tem medo da democracia?” [...]
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Modesto da Silveira: o advogado que mais defendeu presos políticos | Outras Mídias - Outras Palavras
20/01/2012 em 17:58 (UTC -3) Link para este comentário
[...] Esta entrevista é a continuação de uma série sobre a ditadura. Para conferir as anteriores, clique aqui. *Ana Helena Tavares é editora do site “Quem tem medo da [...]
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» Comissão da Verdade: Para o Brigadeiro Rui Moreira Lima, torturador é infame e covarde PORTAL DOS CABOS DA F.A.B. Atingidos Pela Portaria nº 1.104GM3/64: Um ato de exceção de natureza exclusivamente político.
14/01/2012 em 11:04 (UTC -3) Link para este comentário
[...] entrevista é a continuação de uma série sobre a ditadura. Para conferir as anteriores, clique aqui. *Ana Helena Tavares é editora do site “Quem tem medo da [...]
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S.A.Q » “Tortura é infâmia. Não se pode aliviar”
18/12/2011 em 05:17 (UTC -3) Link para este comentário
[...] => Esta entrevista é a continuação de uma série sobre a ditadura. Para conferir as anteriores, clique aqui. [...]
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“Tortura é infâmia. Não se pode aliviar” | Outras Mídias - Outras Palavras
15/12/2011 em 09:21 (UTC -3) Link para este comentário
[...] => Esta entrevista é a continuação de uma série sobre a ditadura. Para conferir as anteriores, clique aqui. [...]
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:: Fazendo Media: a média que a mídia faz :: » Entrevista com Ivan Proença, ex-capitão do regimento presidencial de Jango
29/10/2011 em 02:06 (UTC -3) Link para este comentário
[...] entrevista é a continuação de uma série sobre a ditadura. Clique aqui para conferir as [...]
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