Anoitecer, uma mesa de pedra envolta de verde, papel e caneta…

- Para o meu irmão, Daniel. Homem de coração livre como as folhas que voam em uma floresta. Floresta em coração urbano O verde frescor a te envolver É festa! A natureza toca piano... Com o ardor da cachoeira a descer O sol ilumina as nuvens em seu passeio Os namorados riem das folhas a … Continue lendo Anoitecer, uma mesa de pedra envolta de verde, papel e caneta…

Dialogando numa senzala

“Diálogo” com Castro Alves (trechos dele entre aspas e os meus em negrito). “Donde vem? onde vai? Das naus errantes Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço? Neste saara os corcéis o pó levantam, Galopam, voam, mas não deixam traço.” Venho de perto. Daqui mesmo. Aqui nasci. Roubaram-me o rumo. Tudo é … Continue lendo Dialogando numa senzala