Quem edita?

Ana Helena Tavares é carioca, nascida no ano das “Diretas Já!”. Estudou no Colégio Pedro II e a isso deve parte de sua formação humanística.

Paralelamente ao Ensino Médio, passou dois anos e meio no Núcleo de Filosofia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pesquisando o conceito de verdade.

É jornalista (MTB: 34692), formada pela FACHA e membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), tendo artigos e reportagens publicados em diversos veículos de comunicação.

Durante mais de cinco anos, entrevistou pessoas que resistiram à ditadura. Seus relatos (alguns reproduzidos nas revistas Carta Capital e Veja, e no jornal Brasil de Fato) estão publicados no livro-reportagem “O problema é ter medo do medo – O que o medo da ditadura tem a dizer à democracia” (Ed. Revan – 2016).

É também autora do livro-reportagem “Bandeira de Luta” (Revan-2017), biografia do fundador do PDT, deputado estadual constituinte pelo RJ e líder sindical Fernando Bandeira. Trabalhou como assessora de imprensa dos Sindicatos dos Policiais Civis e dos Vigilantes, no Rio de Janeiro, além de ter sido repórter dos jornais sindicais destas entidades.

A partir de 2015, mergulhou no livro-reportagem “Um bispo contra todas as cercas – A vida e as causas de Pedro Casaldáliga”, publicado em 2019 pela editora Gramma, contando a história de Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia.

Poesia de autorretrato

Suburbana que nunca gostou De cerveja E deve ser péssima sujeita: Além de ruim da cabeça É também doente do pé Carioca que vai à praia No inverno Pra andar pelo calçadão De preferência pela contramão Poeta amadora que na arte da prosa Ainda engatinha E em mensagens É chegada a uma ladainha. Pintora que entorta O sete Tecladista de uma só mão Um ser sem coordenação A família é pequena E bem complicada Mas sempre a apoiou Tem suas vãs filosofias e crê Em Deus Mas religião não é algo Que lhe atraia Uma alma sonhadora e idealista, Um olhar observador Que inquieta o coração Uma mente em turbilhão. Alguém que tem saudades De quando ainda não existia E sente uma estranha falta Do que ainda está por vir Gosta de explicar e adora esclarecer Algum mistério Sonhou ser professora, mas não nasceu Pro magistério Passou anos e anos Nadando Até que teve um burn out (se afogou e se queimou com água) Nadava sem definição de raia Até que chegou ao jornalismo Andando (se encontrou) E, feliz, definiu sua praia.

No mais, visitem meu blog pessoal, conheçam meu primeiro livro-reportagem ou perguntem aos meus amigos. Eu mesma só sei quem sou quando converso com eles.

Ana Helena Ribeiro Tavares

Sobre o QTMD?

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