Mês: fevereiro 2009

Quando o poeta se lê

– Dedico este pequeno ensaio a Affonso Romano de Sant’Anna, porque “escrever é formular nossos sentimentos”. Quando o poeta se lê descobre que não quer ser super homem, não quer ser limitado por nenhum tipo de perfeição. Cada defeito, em cada letra, é o que o constrói. É […]

Dialogando numa senzala

“Diálogo” com Castro Alves (trechos dele entre aspas e os meus em negrito). “Donde vem? onde vai? Das naus errantes Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço? Neste saara os corcéis o pó levantam, Galopam, voam, mas não deixam traço.” Venho de perto. Daqui mesmo. […]