Sonetos

O dom do amor

Foto: Ana Helena Tavares

Julguei ser um corriqueiro assunto…
Para versar o amor fiquei comedida.
Sem harmonia ficou o conjunto.
Neguei o pintor da vida.

Fiz de mim branca barreira pomposa,
Ao invés de cercar-me com muros de cor.
Uma aparência que se queria formosa
Sentiu falta da leveza do amor.

Não sei se ele age da melhor forma,
Talvez não precise mesmo saber.
Se é o amor algo puro e sem norma,

Se é ele quem nos ensina a viver,
Com sua tão recortada plataforma
Nos bem cabe amar… Pra que entender?

Ana Helena Ribeiro Tavares

Categorias:Sonetos, Todos os poemas

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