↑ Voltar para Meus convidados de honra

Imprimir Página

Traço de Mestre

Gilson Caroni Filho é sociólogo e mestre em ciências políticas. Mora no Rio de Janeiro, onde é professor titular de sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA). É colaborador do “Quem tem medo da democracia?”. Em seu antigo blog, “Traços do que Vejo”, a editora do QTMD? já publicava sempre os textos dele com o nome “Traço de Mestre”, que importou para cá. Clique aqui para entender o porquê.

Textos recentes (obs: entre o texto de Dilma e o da entrevista do Papa, houve um período de cerca de um ano em que este site ficou quase desativado):

Dilma, um voto conservador

A entrevista do Papa ao Fantástico

O que estamos fazendo com a nossa rica tradição de discussões?

1964: a atualização grotesca dos nossos liberais

Imprensa e toga: a tentação do golpe

O dia em que mataram Fernando Henrique

Merval Pereira: o exterminador do passado

7 de setembro: as margens ainda são plácidas?

Reforma agrária, Tocqueville e a esquizofrenia das elites

FHC: o eco do desencanto

Mitt Romney, o retorno da serpente

Alba Roballo: os muros invisíveis da América Latina

STF: imprensa prepara espetáculo da carta jogada

Sabra e Chatila: a linha do tempo da barbárie

Vida no capitalismo, uma ideia fora do lugar?

Golpes e democracia: a pedagogia do Mercosul

O purismo e o verdadeiro Maluf

Vila Euclides: uma revolução molecular

Demóstenes e o “duplipensar” da grande imprensa

Democracia tem que ser abrangente, inclusiva e progressiva. Quem tem medo?

O cavalo grego quase trotou por aqui

Com Chico Anysio o fascismo não sorria

Nove décadas de todos nós

O amargo chá do colonialismo inglês

Mensalão: um novo grotesco midiático se anuncia

O fascismo dos “meninos do Rio”

África: um novo canto é preciso

Ofensiva colonialista ameaça a América Latina

José Dirceu: Por que o ódio da imprensa?

O que move o partido-imprensa

O fascismo de mercado

A luta contra o ventre da barbárie capitalista

O golpismo da mão invisível da imprensa

A Grécia de Marat?

Nova passeata da Globo: a ressaca dos derrotados

A invisibilidade dos indignados

Crimes acidentais: a destruição de um continente

Amazônia: qual o código da nossa esquerda?

13 de Maio: quem festeja a pantomima?

Cuba e a repórter da Folha: quem afunda?

1964: a insônia dos golpistas

Textos mais antigos

Link permanente para este artigo: http://quemtemmedodademocracia.com/colunas/traco-de-mestre/

mestreqtmd1

13 de Maio – Quem festeja a pantomima?

Embora o processo de desestruturação do mito da “democracia racial” tenha avançado muito nos últimos anos, no terreno da luta social e política perdura um grande atraso a ser superado. Cabe à República completar a Abolição com políticas públicas eficazes. Por Gilson Caroni Filho (*) No ano de 1983, uma foto estampada na primeira página …

Ver página »

Marat

A Grécia de Marat?

Por Gilson Caroni Filho(*) “Que querem dizer nas nossas fronteiras esses grupos de emigrados e esses exércitos que avançam para nos apertar em um círculo de ferro? Que fazem os nossos ministros? Por que os bens dos emigrados não são confiscados? E queimadas as suas casas? E postas a prêmio suas cabeças? Nas mãos de …

Ver página »

caras_pintadas_em_porto_alegre

A invisibilidade dos “indignados”

Os caras-pintadas de 20 de setembro de 2011 conheceram a invisibilidade do próprio fracasso. Foi patético, mas de um didatismo exemplar. Por Gilson Caroni Filho (*) O jogo é repleto de velhos subterfúgios. A grande imprensa, na tentativa de desconstruir o legado do governo Lula, organiza o movimento, mas não pode revelar o sujeito do …

Ver página »

Boy Africa Map

África: um novo canto é preciso

Não basta cantar “We are the world”. É preciso construir um mundo alternativo ao que aí está Por Gilson Caroni Filho(*) Os números são tão astronômicos quanto aterrorizantes. Cerca de 150 milhões de habitantes africanos não têm acesso à quantidade mínima de calorias diárias, sendo que, deste total, 23 milhões deverão morrer de fome. No …

Ver página »

mestreqtmd1

Amazônia: qual o código da nossa esquerda?

O fio da navalha onde tudo perde a cor, e dificilmente se refaz, reaparece no cenário político. Como nas florestas degradadas. Por Gilson Caroni Filho (*) Equilíbrio ambiental e desenvolvimento sustentável são elementos indispensáveis para o futuro do país. Exigem do movimento ecológico uma reformulação radical que o torne matriz de uma nova esquerda. A …

Ver página »

chico

Com Chico Anysio o fascismo não sorria

Por Gilson Caroni Filho(*) Com o desaparecimento de Chico Anysio, vale lembrar o dito rikiano de que “a fama é a soma de todos os equívocos em torno de alguém”? Ou estamos assistindo a grandes e justificadas homenagens ao mais importante humorista das últimas quatro décadas? Ciente da força corrosiva do humor e da sátira, …

Ver página »

MotherAfrica

Crimes acidentais: a destruição de um continente

As “vozes d’África”, como sempre, não se fazem ouvir. Por Gilson Caroni Filho e Carlos Eduardo Alcântara Martins Todos sabem que o continente africano é o que paga o maior preço pela herança colonial e pela desorganização da produção agrícola provocada pelos complexos agroindustriais das potências européias.De acordo com o Informe sobre Metas do Desenvolvimento …

Ver página »

mestreqtmd1

Cuba e a repórter da Folha: quem afunda?

Por Gilson Caroni Filho (*) Alaine Gonzáles e Reinel Herrera são trabalhadores autônomos cubanos. Ambos foram escolhidos pela jornalista Flávia Marreiro, enviada especial da Folha de S. Paulo a Havana para cobrir o Congresso do Partido Comunista Cubano, como personagens errantes de uma economia em frangalhos. Seguindo um padrão de cobertura vigente há 50 anos, a …

Ver página »

ditadura

Gilson Caroni Filho – 1964: a atualização grotesca dos nossos liberais

Por Gilson Caroni Filho(*) Se estudasse a mídia brasileira como um caso sobre serial killers, o investigador diria que existe um padrão clássico de ação: primeiro vem a tentativa de imputar aos governos progressistas toda sorte de corrupção e desmando; depois a tentativa de calar a voz dos que se opõem à sua narrativa; e, …

Ver página »

mestreqtmd1

Gilson Caroni Filho – O cavalo grego quase trotou por aqui

Por Gilson Caroni Filho(*) O que está acontecendo  na Grécia, país que perdeu parte significativa de sua soberania, tornando-se um laboratório para experimentos do capital financeiro, não pode ser atribuído a um  raio num dia de céu azul ou a uma saída de emergência para salvar o capital dos credores, mesmo que o preço seja …

Ver página »

charge-dirceu-dilma

José Dirceu: Por que o ódio da imprensa?

Ferido, contundido nos seus direitos, o operador político José Dirceu teve um papel fundamental para o aprofundamento da democracia brasileira. Talvez, quando o então presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, confirmou oficialmente a vitória de Dilma, Dirceu tenha cantarolado os versos de Aldir Blanc: “Mas sei / que uma dor assim pungente / não há de ser …

Ver página »

Mensalão

Mensalão: o grotesco midiático se anuncia

Por Gilson Caroni Filho(*) A manchete do jornal O Globo, em sua edição de 15 de fevereiro de 2012 (“Marcos Valério é o primeiro condenado do Mensalão”), não deixa dúvidas quanto ao espetáculo que dominará páginas e telas depois do carnaval: à medida que se aproxima o julgamento do processo que a imprensa chama de …

Ver página »

Gilson Caroni Filho

Nova passeata da Globo: a ressaca dos derrotados

A guinada é tão mal-feita que não atrai o distinto público, como pudemos constatar nas manifestações de quarta-feira, dia da padroeira oficial do Brasil. No Rio de Janeiro, os manifestantes chegaram a hostilizar os que preferiram olhar o mar a ver a ressaca dos derrotados. Por Gilson Caroni Filho(*) Os brasileiros, que tiveram de passar …

Ver página »

90anospcb9

Nove décadas de todos nós

Por Gilson Caroni Filho(*), especial para o QTMD? Há 90 anos, precisamente a partir de 25 de março de 1922, os comunistas passaram a existir de fato na sociedade brasileira. Independentemente de divergências no campo progressista, não se pode negar ao PCB sua importância histórica como um dos referenciais elementares na articulação da cultura e …

Ver página »

malvinas-30-anos-despues-150212-latuff-humor-politico

O amargo chá do colonialismo inglês

Cameron, como um pugilista desonesto, procura meter o dedo no olho inchado de seu rival. Se no século retrasado isso serviu para dominar os mares e o comércio, hoje os ingleses buscam, além do petróleo, conservar os remanescentes daquele esplendor, alimentando sua moderna indústria bélica e agregando valor a vários setores de sua combalida economia. …

Ver página »

rapaz

O fascismo dos “meninos do Rio”

Vítor Suarez da Cunha, o jovem de 21 anos, que teve 63 pinos implantados no rosto, deu uma magnífica lição de vida, de solidariedade humana.  Ao afirmar que “faria tudo de novo se preciso fosse”, torna-se um símbolo de que a luta política não só é possível como conta com bons combatentes. Por Gilson Caroni Filho(*) O …

Ver página »

Gilson Caroni Filho

O golpismo da mão invisível da imprensa

A nostalgia cega qualquer possibilidade de análise séria. Se a liberdade de imprensa é tanto mais ampla quanto maior for a responsabilidade ética dos que a fazem diariamente, podemos afirmar, ancorados em um razoável número de citações jornalísticas, que só a regulamentação da mídia pode salvar a esfera pública por ela ameaçada. Por Gilson Caroni …

Ver página »

malvinas-imperialismo-ingles-contra-a-argentina

Ofensiva colonialista ameaça a América Latina

Como se vê, há uma saída para um impasse. Majestática, britânica e sensata. Algo que seria bem apreciado no sul do nosso continente Por Gilson Caroni Filho(*) A decisão da União Européia de reconhecer o arquipélago das Malvinas como seu território, endossando as posições belicistas do premier britânico, David Cameron, que aprovou um plano para …

Ver página »

3 menções

  1. Gilson Caroni Filho – Os jovens e a grande recusa » QTMD? Quem Tem Medo da Democracia?

    […] *Gilson Caroni Filho é professor de sociologia e colabora com o “Quem tem medo da democracia?”, onde mantém a coluna “Traço de Mestre“. […] United StatesUnited States

  2. Gilson Caroni Filho: Dilma, um voto conservador » QTMD? Quem Tem Medo da Democracia?

    […] *Gilson Caroni Filho é professor de sociologia e colabora com o “Quem tem medo da democracia?”, onde mantém a coluna “Traço de Mestre“. […] United StatesUnited States

  3. Por que os jornalões não contam a história toda? « megacidadania

    […] *Gilson Caroni Filho colabora com o “Quem tem medo da democracia?”, onde mantém a coluna “Traço de Mestre“. […] United StatesUnited States

Comente no espaço abaixo. Mas lembre que a democracia é feita do debate de ideias, não de ataques pessoais. Ofensas e insultos vazios não serão tolerados. Quem tem ideias não tem necessidade de atacar pessoas.